Melhor do que isso… só dois disso!

Eu li esse texto nesse blog incrível. Vale a pena ler e quem sabe mudar um pouco as nossas atitudes!

Good day mates!

“Gabriel era um tipo de pessoa que você iria adorar. Ele estava sempre de alto astral e sempre tinha algo positivo para dizer. Quando alguém perguntava a     ele: – Como vai você? Ele respondia: Melhor que isso só dois disso! Ele era o único gerente de uma cadeia de restaurantes, por que todos os garçons seguiam seu exemplo. A razão dos garçons seguirem Gabriel era por causa de suas atitudes. Ele era naturalmente motivador. Se algum empregado estivesse tendo um mau dia, Gabriel prontamente estava lá, contando a ele como olhar pelo lado positivo da situação. Observando seu estilo, realmente me deixava curioso. Então, um dia, eu perguntei para Gabriel: – Eu não acredito! Você não pode ser uma pessoa positiva o tempo todo… Como você consegue? E ele respondeu: – Toda manhã, eu acordo e digo a mim mesmo: Gabriel você tem duas escolhas hoje, escolher estar de alto astral ou escolher estar de baixo astral… Então, eu escolho estar de alto astral. A todo momento acontece alguma coisa desagradável, eu posso escolher ser vítima da situação ou posso escolher aprender algo com isso. Eu escolho aprender algo com isso! A todo momento alguém vem reclamar da vida comigo, eu posso escolher aceitar a reclamação ou posso escolher apontar o lado positivo da vida para a pessoa. E eu escolho apontar o lado positivo da vida. Então eu argumentei: – Tá certo! Mas não é tão fácil assim! – É fácil sim, disse Gabriel… A vida consiste em escolhas.

Quando você tira todos os detalhes e enxerga a situação, o que sobra são as escolhas, decisões a serem tomadas. Você escolhe estar feliz ou triste, calmo ou nervoso… Em suma, é escolha sua como você vive a vida!

Eu refleti sobre o que Gabriel disse. Algum tempo depois, deixei o restaurante para abrir o meu próprio negócio. Nós perdemos contato, mas freqüentemente, pensava nele, quando tomava a decisão de viver ao invés de ficar reagindo às coisas. Alguns anos mais tarde, ouvi dizer que Gabriel havia feito algo que nunca se deve fazer quando se trata de restaurantes: ele foi distraído, deixando a porta dos fundos aberta e, consequentemente, foi rendido por três assaltantes armados. Enquanto ele tentava abrir o cofre, sua mão, tremendo de nervoso, errou a combinação, os ladrões entraram em pânico, atiraram nele e fugiram. Por sorte, Gabriel foi encontrado relativamente rápido e foi lavado às pressas ao pronto-socorro local. Depois de 18 horas de cirurgia, e algumas semanas de tratamento intensivo, Gabriel foi liberado do hospital, com alguns fragmentos de balas em seu corpo.

Encontrei com Gabriel seis meses depois do acidente.

Quando perguntei:

– Como vai você? Ele respondeu: – Melhor do que isso, só dois disso! Quer ver minhas cicatrizes?Enquanto eu olhava as cicatrizes, perguntei o que passou pela mente dele, quando os ladrões invadiram o restaurante: – A primeira coisa que veio a minha cabeça foi que deveria ter trancado a porta dos fundos… Então, depois, quando estava baleado no chão, lembrei que tinha duas escolhas, eu podia escolher viver ou podia escolher morrer. Eu escolhi viver. Eu perguntei: – Você não ficou com medo? Você não perdeu os sentidos? Gabriel respondeu: – Os paramédicos eram ótimos. Eles ficaram o tempo todo me dizendo que tudo daria certo, que tudo ficaria bem. Mas, quando me levaram de maca para sala de emergência, eu vi as expressões no rosto dos médicos e enfermeiras, fiquei com medo. Em cada olhar, eu lia “é um homem morto”. Eu sabia que tinha que fazer alguma coisa. O que você fez? – Bem, havia uma enfermeira grande e forte, fazendo perguntas. Ela perguntou se eu era alérgico a alguma coisa… Sim, respondi. Os médicos e enfermeiras pararam imediatamente, esperando por minha resposta, respirei fundo e respondi: Sou alérgico à balas de revolver! Enquanto eles sorriam, eu disse: – Estou escolhendo viver. Me operem como se estivesse vivo, não morto.

Gabriel sobreviveu graças a experiência e habilidade dos médicos, mas também por causa de sua atitude espetacular. Aprendi com ele que todos os dias temos que escolher viver a vida em sua plenitude, viver por completo.

Viver Bem é uma questão de atitude.”

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