D’Edge on the Rocks

A noite paulistana pode comemorar pois o cenário roqueiro ainda tem um lugar especial todas as segundas para bater cabelo até o dia nascer. Quase cinco anos depois volto a balada que era consagrada na noite do rock com muito receio de encontrar uma D’Edge repleta de loirinhas com batinhas pagando de roqueira alternativa.

Para nossa agradável surpresa a casa continua em forma e com um som tão incrível que mesmo entrando quase 3 da manhã, ficamos até as 7h30. Claro que não nos livramos 100% da piazada emo – como diria Guida, nossa amiga curitibana, mas se eles esperavam Restart, NXZero ou qualquer uma dessas porcarias, ficaram sentados nos sofás sem saber cantar “it’s the end of the world as we know it…” enquanto roqueiros se acabavam na pista inclusive ao som de Elvis.

O esquenta não poderia ter sido mais bem preparado. A Karina como incrível hostess me recebeu na porta com o primeiro de muitos copos de cawberry juice com vodca bem suave que tomamos até as sairmos de casa as 2hs.

Excelente papo com o Davi e em seguida com o casal curitibano que me contou que sim, há noites roqueiras boas em Curitiba. Não, Curitiba não é feita apenas do James e do bar irlandês que eu fui com a minha prima.

Lição aprendida, preciso de melhores contatos nas cidades que eu for. =)

Hoje, no dia seguinte, a manhã já era, a tarde está aquela gostosura para assistir filmes até as costas pedirem para levantar do sofá e a noite show da Laurn Hill com a Poly.

Acho que mesmo exigente como sou com meus finais de semana, posso considerar esse como sendo perfeito.

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